O que você faria se alguém que você ama precisasse de um remédio que só existe no topo do Monte Everest, e você tivesse apenas 24 horas para buscá-lo?
Provavelmente, encontraria uma forma de chegar lá. Não deixaria essa pessoa morrer, mesmo que parecesse impossível.
Por que, então, em situações extremas conseguimos realizar façanhas quase sobre-humanas, mas em nosso dia a dia, muitas vezes, ficamos paralisados diante de desafios menores?
Um dos maiores filósofos de negócios do mundo, Jim Rohn, dizia:
“As únicas verdadeiras limitações que podem nos impedir de conquistar o que queremos, são as limitações autoimpostas.”
Essas barreiras não estão fora de nós — não são o governo, o mercado ou o chefe, mas sim aquela voz interna que diz:
“Você não pode. Vai dar errado. É impossível.”
Essa voz nasce para nos proteger da frustração, mas, como alerta Jim Rohn, o mesmo muro que nos protege da dor também nos impede das realizações.
Por isso, o primeiro passo não é lutar contra a voz, mas reconhecê-la. Quando você admite que existe uma barreira, cria condições para superá-la.
No mundo corporativo, isso se traduz em algo simples, mas profundo: a clareza de um motivo verdadeiro.
Se você ou sua equipe não têm um propósito forte, não há meta, bônus ou pressão externa que sustente a alta performance por muito tempo.
Quando um profissional encontra um “porquê” autêntico, inevitavelmente descobre o “como”.
Esse motivo é o que faz alguém sair do sofá, escalar o Everest ou superar desafios antes considerados impossíveis.
A verdade é que cada novo nível de resultados exige mais responsabilidade, mais dedicação e novos limites a serem ultrapassados. É desconfortável, mas é o caminho natural da evolução das pessoas, dos líderes e das organizações.
Reflexão final:
Qual é o “Everest” que você e sua equipe precisam escalar?
E, mais importante: qual é o motivo forte o suficiente para tirá-los da inércia e conduzi-los até o topo?
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